well well!

Há cada dia que passa eu me sinto mais contradita, mais perdida.
O mundo parece querer uma coisa e pensar de um jeito; tu pensas desse jeito e vem o mundo e muda esse jeito, voltando para o anterior.
O que o mundo quer?
Ou melhor, o que queremos do mundo? Afinal, sem nós a sociedade não existira. Ponto pacífico e sem contradições.
E seria o único.
Parece meio pessimista dizer tudo isso e ainda mais dessa maneira, mas há horas em que simplesmente não há como não exaspersar-se perante à tantas coisas que ficam abstratas: longe da tua realidade e ao mesmo tempo tão próximas como a remela do olho formada durante uma longa noite de sono.
E daí vem aquela idéia de que tudo que tu passou agora é diferente; de que milhões de coisas devem ser consideradas com outros pontos de vista; que as pessoas esperam que tu saiba tudo e mais um pouco e, às vezes, esperam que tu não saiba nada e ainda menos um pouco.
Mas isso, no final das contas, não vai levar a nada...eu poderia ficar aqui durante dias monologando e ia acabar 'chovendo no molhado'.
Dizem que isso é crescimento, vai-se entender essas cabeças.

3 comentários:

Juliana Palma disse...

bá mari, bem nessas :x
sepá é a nossa cabecinha que fica borbulhando x)

Leo Meira disse...

bueno, coisa complica a vida não. Mas, ao mesmo tempo, coisa boa...

Deixo meu endereço na blogosfera: www.coisaseditos.blogspot.com

Parabéns pelo texto,

Willian Araújo disse...

Mari? já acabou? só pq entrou na facul? hehehe
bjus e aguardo postagens!